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Obesidade

A obesidade é uma doença multifatorial e o controle dos fatores ambientais se faz necessário para combatê-la. Muitas estratégias de emagrecimento têm sido tentadas, mas, via de regra, perder peso e mantê-lo são extremamente difíceis na maioria dos casos. A perda de peso depende de um balanço energético negativo, conseqüente à menor ingestão alimentar em relação ao gasto calórico. Isso pode ser alcançado com redução da ingestão alimentar e aumento da atividade física.

Recomendações gerais devem incluir aumento na ingestão de fibras, que produzem maior grau de saciedade, redução no consumo de sacarose, de álcool e de gorduras saturadas. Para melhorar a aderência do paciente à dieta é recomendável que esta se adapte aos seus gostos, fornecendo-lhe variadas opções de cardápio. Ao lado disso, o sucesso da dieta depende fundamentalmente do processo de reeducação alimentar.

No tratamento da obesidade deve-se objetivar, não só a perda de peso, mas também a correção dos fatores de risco cardiovascular.  Perdas ponderais entre 5 e 10% do peso inicial podem ser suficientes para produzir alterações benéficas nos níveis de glicemia, no perfil lipídico (níveis de colesterol e triglicerídeos) e nos níveis da pressão arterial.

O fator que dificulta o sucesso de dietas muito restritas, que produzem a curto prazo perdas ponderais significativas, é a tendência fisiológica do organismo de se “defender” contra as variações pronunciadas no seu peso corporal. Restrições no seu aporte alimentar levam à ativação de mecanismos compensatórios para minimizar a perda de peso, através da redução na taxa de metabolismo basal. Um tratamento dietético que resulte em uma perda de peso mais modesta mas que produza alterações mais estáveis é provavelmente mais favorável.

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