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Você já ouviu falar em paratiroides e paratormônio (PTH)?

O paratormônio (PTH) é um hormônio produzido pelas glândulas paratiroides. Elas possuem o tamanho de um grão de arroz e se localizam no pescoço, próximo a glândula tireoide. Então, além dos hormônios produzidos pela glândula tiroide, também temos hormônios produzidos nestas 4 glândulas pequeninas, que recebem este nome por se localizarem bem próximo da tiroide.

Quando o PTH está aumentado, ou seja, em excesso no corpo, chama-se essa patologia de hiperparatireoidismo.
O paratormônio é responsável por regular a quantidade de cálcio, vitamina D e fósforo presente no sangue e nos ossos.

Os sintomas abaixo podem estar relacionados à alteração desse hormônio.
• Dores Ósseas ou articulares
• Fraqueza
• Depressão
• Fragilidade óssea (osteoporose)
• Cálculo renal
• Dores no abdome e Vômitos
• Sede e Perda do apetite

O Hipoparatireoidismo é o inverso, quando as quantidades de PTH estão baixas, o que também afeta a regulação do cálcio no corpo, acarretando doenças ósseas.

Existem várias causas para o hiper ou hipoparatireoidismo.
Deficiência excessiva de vitamina D e/ou Cálcio, que pode ser decorrente de alguma síndrome de má absorção (corpo não consegue absorver os nutrientes adequadamente); insuficiência renal crônica (vitamina D não consegue ser ativada nos rins descompensando o equilíbrio com o cálcio) são causas para o hiperparatireoidismo.
A cirurgia de tiróide pode ter como complicação a retirada acidental das paratireoides, sendo uma importante e comum causa de hipoparatireoidismo.

Desse modo, os tratamentos possíveis para o hiperparatireoidismo pode ser cirurgia ou medicamentos. Mas estejam cientes que todos os medicamentos possuem efeitos adversos e devem ser usados de acordo com a orientação do seu médico.
Mudanças de hábitos da dieta que visam o aumento da ingestão de cálcio e vitamina D, como laticíneos, tofu, brócolis, sardinha, espinafre, semente de gergelim, soja, linhaça, grão de bico, aveia e chia são ricos em cálcio, são importantes no tratamento. E para evitar a deficiência de vitamina D é fundamental incluir na dieta alimentos ricos nesta substância e também tomar entre 15 e 20 minutos de sol sem proteção solar e com braços e pernas expostos todos os dias.
Procure um endocrinologista de sua confiança para lhe acompanhar e tratar adequadamente.

Lembrem-se que todos os medicamentos possuem efeitos adversos e devem ser usados de acordo com a orientação do seu médico.

Para saber se o médico é endocrinologista, associado à SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) , procure aquiMarque sua consulta!

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